quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Encontro Putin/Assad: Começo do Fim da Dominação Norte-Americana no Oriente Médio

23/11/2017, Tom Luongo, Zero Hedge


Traduzido Pelo Coletivo Vila Vudu


Não sou homem terrivelmente religioso. Mas gostaria de acreditar que haja um canto especial no Inferno reservado para os que fomentaram a Guerra na Síria.

Desde o início da guerra síria, na Líbia, com as armas encaminhadas através da embaixada dos EUA em Benghazi, até o encontro de ontem, entre o presidente da Rússia Vladimir Putin e o presidente da Síria Bashar al-Assad, todo esse affair será lembrado como um dos períodos mais cínicos, violentos e abusivos da história da humanidade.

O poder (moral) que salvou o século


A chamada 'Guerra Civil' síria [nunca foi guerra civil: sempre foi guerra lá implantada] foi promovida para ser a culminância dos sucessos das políticas de EUA/Israel/Sauditas no Oriente Médio, a apoteose do neoconservadorismo.

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Conexão França e a desescalada saudita no Líbano, por MK Bhadrakumar

19/11/2017, MK Bhadrakumar, Asia Times


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




Quando o primeiro-ministro do Líbano Saad al-Hariri, com a esposa e o filho, entraram no pátio do palácio do Eliseu, num comboio de carros, no sábado, não parecia um empresário levantino bilionário, apenas entrado nos 40 anos, chegando ao exílio para viver o resto dos seus dias em perfeito luxo na Côte d’Azur.


Presidente Emmanuel Macron da França não chegaria à porta da frente para dar boas vindas a empresários, não diante da imprensa, no Eliseu. Nada disso. Hariri mantém a coroa.

Rússia na Síria: Sucesso militar leva a boa e ativa diplomacia, por Moon of Alabama

21/11/2017, Moon of Alabama


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu



Em 29/09/2015 a Homepage do Daily Beast avisava a Rússia: "Bem vindos ao "Atoleiro" do ISIS"

Em setembro de 2015, o 'ocidente' preparou-se para agressão militar aberta contra a Síria. O objetivo alegado seria combater o ISIS e deter o fluxo de migrantes para dentro da Europa. O objetivo real era "mudar o regime". Mas a Rússia entrou em cena e despachou sua cavalaria para salvar a Síria:

EUA, Grã-Bretanha, França e outros anunciaram que entrarão em céus sírios para "combater o terror" do Estado Islâmico. A Rússia dirá o mesmo para justificar sua presença em operações aéreas, decolando de Latakia. Só pela própria presença, os russos garantirão que ninguém por ali use capacidades para finalidades nefandas. Além disso, a inteligência que os quadros aéreos russos podem fornecer será útil aos sírios nas operações em solo.


O governo Obama foi colhido de surpresa pelos movimentos dos russos e iranianos. Absolutamente não tinha o que fazer contra eles. O governo e o comentariato nos EUA, tentando ocultar essa impotência, inventou 'previsões' pelas quais a campanha russa seria rematado fracasso.




Obama em pessoa liderou a matilha:

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Ascensão irresistível de MBS… e possível queda (1/2), por Uwe Parpart e Pepe Escobar

21/11/2017, Uwe Parpart e Pepe Escobar, Asia Times



Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu





Quando as limusines pretas chegaram na calada da noite do sábado, 4 de novembro e continuaram a chegar até o raiar do domingo 5 de novembro, poucos dos príncipes, ex-ministros, líderes militares, magnatas da mídia e empresários e comerciantes milionários convidados a se apresentarem no Hotel Ritz Carlton, no distrito diplomático de Riad, consideraram prudente ignorar o convite.

Entregues em mãos pela polícia saudita, os convites estavam assinados pelo príncipe herdeiro Mohammad bin Salman (MBS), presidente de um recém inventado Comitê Supremo para investigar corrupção em órgãos públicos, criado por uma série de decretos reais, poucas horas antes de começarem as prisões.

Relatório da Guerra da Síria: Exército Árabe Sírio libertou Al-Bukamal

20/11/2017, SouthFront, in The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu


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Dia 19 de novembro, o Exército Árabe Sírio (EAS), o Hezbollah e milícias apoiadas pelo Irã restabeleceram o controle sobre a cidade fronteiriça de al-Bukamal, depois de uma semana de combate intenso contra os terroristas do ISIS que ali estavam implantados. As Forças Aeroespaciais Russas apoiaram ativamente o avanço do Exército Árabe Sírio.

Pretexto bizarro: EUA intrometem-se na América do Sul

17/11/2017, W. T. Whitney, Counterpunch


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




Os EUA impuseram bases militares na América Latina e já deslocaram tropas para aquela parte do mundo. A 4ª frota dos EUA lá está, cercando as rotas marítimas. Essas ações, deve-se supor, têm a ver com guerra, com preparação para a guerra, com ocupar territórios. Seja como for, os encarregados precisam construir uma narrativa que faça sentido. No que tenha a ver com a América Latina, o governo dos EUA quase sempre argumenta que suas forças militares estariam reagindo a terroristas ou a narcotraficantes ou a insurgências.

domingo, 19 de novembro de 2017

Israel, Arábia Saudita: Precondições para guerra contra o Hezbollah

17/11/2017, The Saker, Unz Review e The Vineyard of the Saker


Traduzido pelo Coletivo Vila Vudu




SouthFront acaba de divulgar um vídeo, com análise muito interessante sobre a possibilidade de uma guerra que envolveria Líbano, Arábia Saudita e, possivelmente, Síria, Irã e Israel. Significa, é claro, que Rússia e os EUA estariam envolvidos. Primeiro, por favor, assistam ao vídeo (ing.).


Hoje, então, me proponho a analisar as implicações desse cenário.

Contexto: fracasso completo dos anglo-sionistas em todos os fronts